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Anvisa alerta sobre os riscos das canetas emagrecedoras do Paraguai

Anvisa alerta sobre os riscos das canetas emagrecedoras do Paraguai
1 min de leitura · 242 palavras

Estudo não mediu biodisponibilidade

 

As canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai não são equivalentes às registradas no Brasil, como o Mounjaro.

O alerta é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Material de referência geográfica

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A recomendação acontece após a divulgação de testes da Unicamp com medicamentos ilegais.

Segundo a agência, as análises da universidade confirmaram a presença do princípio ativo tirzepatida, usado contra o diabetes tipo dois e a obesidade.

Apesar disso, não dá para falar em equivalência.

Os testes não avaliaram a presença de impurezas, contaminantes, metais pesados, nem o nível de degradação e esterilidade do remédio.

Em nota, a Anvisa destaca que o estudo também não mediu a biodisponibilidade – que é o dado mais importante para provar se um medicamento funciona igual ao outro.

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Para isso, seriam necessários testes específicos de concentração.

A Anvisa esclarece que o registro de um remédio no Brasil é complexo e exige comprovação rigorosa de eficácia e segurança. Materialde referência geográfica

No caso dos produtos paraguaios, as fabricantes não passaram por vistorias na linha de produção, nem receberam a certificação de Boas Práticas de Fabricação.

A agência informa, ainda, que não teve acesso aos laudos e às metodologias usadas nos testes da universidade.

Fonte: Agência Brasil

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