Hoje vamos contar a história da jovem Milena, 26 anos, que procurou a redação do portal eletrônico Gazeta Rondônia, relatando seu sonho de conhecer o pai biológico, que provavelmente não sabe de sua existência.
Olá! Meu nome é Milena Thayna Ferreira Amorim, e, estou procurando meu pai biológico. Tenho poucas informações, mas espero que alguém possa se lembrar dele ou conhecer alguém que o conheça.
Minha mãe, Márcia Ferreira Amorim, o conheceu em uma festa na cidade de Cerejeiras (RO), no mês de novembro de 1998.
Eles passaram apenas uma noite juntos e, depois disso, nunca mais tiveram contato e não sabe o nome e nenhum apelido que possa identificá-lo.

Meu pai tinha pouco mais de 30 anos, era pardo, tinha cabelo castanho, media aproximadamente 1,60 m de altura e trabalhava como vendedor ambulante, viajante itinerante (mascate).
Ele viajava pelo interior de Rondônia em uma caminhonete branca de cabine fechada, vendendo diversos produtos para comerciantes, como perfumes e outros itens. Também costumava oferecer ursos de pelúcia e outros brindes aos clientes.

Segundo minha mãe, ele ficava hospedado em um quarto nos fundos da loja de peças automotivas Pemaza, que ainda funciona na Avenida Integração Nacional, esquina com Rua Jordânia, área central do município de Cerejeiras, conesul de Rondônia.
Milena nasceu em 05 de agosto de 1999 e acredita que seu pai estivesse em Cerejeiras em novembro de 1998 por causa do trabalho que exercia na ocasião.

Atualmente Milena é casada, tem três filhos, com 9, 7 e 4 anos e reside na cidade de Juína, no estado de Mato Grosso.
“Não estou procurando causar problemas a ninguém. Meu único desejo é descobrir quem é meu pai, conhecer minhas origens e, se ele estiver vivo e quiser, ter a oportunidade de conversar comigo e conhecer minha família e os netos dele”. Desabafou.
Se você morava ou mora em Cerejeiras, Vilhena, Colorado do Oeste e região nesse período de 1997 a 1999 e se lembra de um vendedor com essas características, ou conhece alguém que possa ajudar, por favor entre em contato.
Qualquer informação, por menor que pareça, pode fazer toda a diferença e pode ser repassada por meio do contato de WhatsApp (66) 98107-6393.
Muito obrigada a todos (as) pela atenção e por compartilharem esta mensagem.
Informações Gazeta de Rondonia


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