Gestante de cinco meses precisará passar por uma cirurgia de alta complexidade em São Paulo ou Brasília (DF).
O cabo da Polícia Militar em Vilhena, Eliseu Cláudio de Souza, de 40 anos, e sua esposa, Thayná Cristina Gesza de Souza, de 30 anos, estão vivendo uma situação dramática.
Pais de uma menina especial de 7 anos que não fala e não anda, o casal agora enfrenta uma corrida contra o tempo para salvar a vida de suas filhas gêmeas na barriga da mãe.
Recentemente, um exame de ultrassonografia revelou que Thayná está grávida de cinco meses de duas meninas. Por dividirem a mesma placenta, elas são gêmeas idênticas.
Contudo, os exames apontaram um grave problema fetal: apenas uma das bebês está recebendo os nutrientes da mãe.
A complicação prejudica o ganho de peso de ambas e coloca em risco a vida das duas, já que a “superalimentação” sobrecarrega o coraçãozinho da maior.
A gestante precisará passar por uma cirurgia de emergência fora do estado, com previsão de atendimento pelo SUS em São Paulo ou Brasília. Diante do encaminhamento médico e da gravidez de risco, a mãe de Thayná precisará deixar o emprego para acompanhá-la na viagem.
Para piorar o cenário de aflição, a família enfrenta um entrave burocrático: um erro de grafia no nome de Thayná junto ao órgão previdenciário gerou suspeitas de fraude de CPF, atrasando o pedido de afastamento do trabalho.
Como ajudar a família
Para custear o deslocamento e as despesas imprevistas na outra capital, o militar, que divide o tempo entre o serviço na corporação e o suporte à filha especial, lançou uma campanha de arrecadação online.
Quem puder e desejar contribuir com qualquer valor pode realizar uma transferência via PIX diretamente para a chave 84010142200 (Banco do Brasil), em nome de Eliseu Cláudio de Souza.

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